sexta-feira, 30 de abril de 2010

Novo destino para o plástico de Rio Branco

Por Tânia Façanha


Reciclagem é um termo muito utilizado quando se trata da questão ambiental, primeiro que reciclar significa poupar os recursos naturais da extração desenfreada exigida pelo mercado consumidor.

A reciclagem além de contribuir com a natureza, também é uma atividade econômica ecologicamente correta. Um dos materiais que faz parte do nosso dia-a-dia passível de reciclagem é o Plástico. Basta andar pelas ruas ou as margens dos igarapés de Rio Branco para constatarmos a grande quantidade de plástico, nas suas mais diversas formas, descartados de forma incorreta.

O plástico também compõe uma quantidade significativa do lixo depositado na célula de disposição final da Unidade de Tratamento e disposição de Resíduos Sólidos de Rio Branco – UTRE, o que dificulta a compactação e prejudica a decomposição dos materiais biologicamente degradáveis, pois criam camadas impermeáveis que afetam as trocas de líquidos e gases gerados no processo de biodegradação da matéria orgânica.

Todos esses prejuízos podem ser minimizados ou até mesmo evitados com a prática da coleta seletiva, que consiste na separação dos resíduos ainda nos domicílios pelo próprio gerador। A separação é simples basta utilizar dois recipientes um para o lixo seco (reciclável) e outro para o lixo orgânico

A Prefeitura de Rio Branco vem implantação gradativamente à coleta seletiva nos bairros de Rio Branco desde 2005, que visa, além de diminuir a quantidade de resíduos destinada à UTRE, melhorar a qualidade ambiental da cidade. Além disso, fortalece a cadeia produtiva da reciclagem fomentando iniciativas de economia solidária, como é o caso da Cooperativa de Catadores de Materiais Recicláveis e Reutilizáveis do Acre - CATAR, e apóia empresas de reciclagem como a Plasacre, que é a primeira empresa do gênero a se instalar no Estado utilizando o plástico reciclado como matéria prima para a fabricação de utensílios diversos como capacetes, conduítes, embalagens plásticas, baldes e canos que já estão sendo produzidos.

A empresa recebeu o apoio do Governo do Estado, da Prefeitura de Rio Branco e da Secretaria de Estado de desenvolvimento, Ciência e Tecnologia - SDCT, para se instalar em Rio Branco. E firmou parceria de exclusividade no fornecimento com o CATAR para o fornecimento do plástico, em contra partida forneceu duas máquinas que farão a trituração ou moagem do produto. Assim o CATAR faz a coleta, seleção, limpeza e moagem do plástico agregando valor ao material que será vendido para a indústria. A parceria com a Plasacre garante aos catadores um melhor preço para a matéria prima, uma vez que, o valor de mercado do plástico não beneficiado é de apenas R$ 0,25 o quilo, e o produto estando triturado passa a valer R$ 0,80 o kg

Alem da geração de emprego e renda, outro benefício alcançado com cadeia produtiva de reciclagem do plástico consiste no fato da empresa visar o comércio local e, como toda a matéria prima terá origem também local facilitando o processo de fabricação do produto final, o resultado são produtos com preços acessíveis para a população। Ressaltando ainda os benefícios gerados ao meio ambiente considerando que segundo o IBGE a reciclagem do plástico economiza até 90% de energia e a cada 100 toneladas de plástico reciclado evita a extração de uma tonelada de petróleo।

Para que a cadeia da reciclagem em Rio Branco se complete é fundamental que a população adquira o hábito de separar o lixo em casa. A reciclagem gera renda pela comercialização e é uma forma concreta do cidadão contribuir com o meio ambiente.


quinta-feira, 29 de abril de 2010

Objetivos da Rede

     O objetivo da RAEA é o fortalecimento das atividades em EA desenvolvidas por instituições, ONGs e especialistas que atuam no Estado, através do intercâmbios das ações, facilitando a articulação com outras redes.

    Pretende-se com a estruturação da Rede Acreana de Educação Ambiental facilitar a comunicação entre os educadores(as) ambientais e, destes(as), com a comunidade em geral.
LEI nº 9.034: Dispõe sobre o Plano Estadual de Recursos Hídricos - PERH, a ser implantado no período 1994 e 1995, em conformidade com a Lei nº 7.663, de 30 de dezembro de 1991, que instituiu normas de orientação à Política Estadual de Recursos Hídricos

Lei 9795: Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental.

Decreto nº 4.281, de 25 de JUNHO de 2002: Regulamenta a Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental.

Carta da terra

Decreto nº 4.281, de 25 de JUNHO de 2002

Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global
"Os países e as organizações internacionais, entre eles os órgãos e organizações do sistema das Nações Unidas e as organizações não governamentais, devem explorar várias iniciativas de estabelecimento de ligações eletrônicas para apoiar o intercâmbio de informações, facilitar a informação para satisfazer seus objetivos mais amplos. Quando necessário, deve-se desenvolver tecnologia nova e incentivar sua utilização para permitir a participação daqueles que na atualidade não têm acesso à infra-estrutura e aos métodos existentes".

Durante a ECO-92, teve início um processo de articulação entre pessoas e instituições atuantes na área ambiental, que deu origem à Rede Brasileira de Educação Ambiental - REBEA.

Desde então, uma série de Encontros e Fóruns foram organizados com o intuito de difundir conceitos, trocar experiências, aprofundar a discussão de assuntos relativos ao tema e ampliar a participação e articulação da Rede.

Deste processo, nasceram várias propostas de organização de redes locais, como, por exemplo, a Rede Acreana de Educação Ambiental – RAEA.

O que é a Rede Acreana de Educação Ambiental


 
A Rede Acreana de Educação Ambiental – RAEA é um movimento de articulação entre educadores(as) ligados à Educação Ambiental no Estado do Acre. É constituída por elos (pessoas e/ou instituições) organizados localmente, que atuam virtualmente e participam presencialmente das assembléias, encontros e discussões da RAEA, assim como de sua gestão.

A Rede Acreana não possui formalização jurídica e sua Secretaria Executiva é responsável pelo planejamento e execução das ações pretendidas e sobretudo pela intermediação entre os participantes.

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